FALA AI AMIGA: HISTORIA DE UM LEITOR.

Oiii amoores, tudo bem???

Graças a Deus chegou a tão esperada sexta feira!!!!

Semana passada eu abri a categoria fala ai amiga quem não viu ,Clique Aqui e um leitor super querido me mandou sua história e eu achei super interessante,porém triste.

Ele conta a história da decepção que teve com a mulher que mais amou na vida.
O Léo autorizou que eu compartilhasse com vocês.
Então vem ver!

Conheci Suelma, uma menina linda, baixinha, de sorriso poético, fresquinha e amável; me apaixonei e fui atrás, cheio de confiança aquela branquelinha (sem preconceitos) caiu na minha ideia e dias depois de nos conhecermos eu pedi ela em namoro em uma praça no bairro do Tucuruvi, fazia uma noite quente, dessas noites de sábado que jamais esquecerei.

Confesso que foi o dia mais feliz da minha vida, e os outros dias que vieram; fui feliz quando compramos a aliança de namoro, quando viajamos para Poços de Caldas em MG. Claro, brigas aconteciam mas, nunca ficávamos mais de quinze minutos sem nos falar. Eu amei essa menina como nunca!

Só que vida – ou as consequência do que fazemos dela – estragara muitas coisas entre nós, às brigas pesadas começaram, os dois já não conversavam como antes. Lembro-me dela ter dito que sentia falta de comer pipoca na praça, sai correndo do trabalho e fui buscá-la de surpresa no trabalho, comemos pipoca até a garganta pigarrar (que isso?). Dormi na casa dela e nos pegamos como dois adolescentes, pobre adolescentes que se pegam e esquecem que é melhor ser feliz do que ter sempre razão.

Os últimos 9 meses de namoro foram tensos, mas ainda tive tempo de pedi-la em noivado e ouvir o sim mais lindo da minha vida, sai pulando pelas ruas e ria feito um abestado, planejamos nos casar no dia 27 de agosto de 2015 quando completaríamos quatro anos juntos. Eu tinha um dinheiro na poupança e disse a ela que deveríamos pensar em comprar nosso apto, ela disse sim e partir daquele dia começamos a buscar uma casa própria para morar. Mas, quando parecia que as coisas bem o fim começou a ser desenhado. Começamos a nos desentender e numa sexta-feira lembro que ela saiu do trabalho, saiu com uma amiga e não me avisou – não sou controlador e nem ciumento – mas, ela poderia ter avisado, brigamos, brigamos e brigamos, ficamos horríveis duas semanas sem nos falar.

Foi numa tarde de sábado que um corretor me ligou e me falou de um apto; não queria ir sozinho, queria ir com ela, só com ela, queria que ela metesse o bedelho em tudo, queria que ela dissesse que estava feliz e que tinha orgulho de mim. Porém leitor amigo, estávamos brigados. Fui com meu pai e o corretor apresentou tudo o que a Suelma queria para o lar dela, sai e lá com uma alegria imensurável e fiz meu pai me levar de Santo André, aqui em SP para o outro lado da cidade, zona norte, Vila Nova Cachoeirinha, ele bateu o pé mas enchi o tanque do possante do velho e ele pisou fundo, passamos em casa para pegar minha mãe, queria que ela e o velho me ajudassem a explicar tudo a noiva. Chegamos à casa dela, ela não me esperava, minha ex-sogra fez uma festa e logo planejou assar uma costela para comemorar, dei um beijo na minha flor e pedi desculpas por deixa-la durante duas semanas, nos beijamos por uns 20 minutos sem parar. Peguei as mãos dela e comecei a eu explicar tudo o que tinha feito e ela querido leitor, talvez possuída pelo mesmo espirito maligno descrito no conto de, Alan Poe- O Gato Preto– fechou a cara e me disse olhando para o chão:

– Não quero nada disso!

Fechei a cara, tomei um banho de água fria e choque 980 volts, ela ainda repetiu três vezes que não queria.

 

Preste a atenção fidelíssimo leitor: Não tenha pena do autor deste texto e nem julgue a moça da narrativa, só quero que você entenda que nem tudo é amor!

Voltemos a narrativa:

Sai do quarto dela e fui para a sala e lá estavam todos reunidos, sogras, sogros, cunhados, cunhadas, sobrinhos e até o cachorro. Minha mãe já havia contado o que eu estava conversando com a Suelma no quarto e quando passava do corredor para a sala senti que todos estavam felizes, suas vozes não deixavam outra sensação. Cheguei na sala com os olhos cheios de lágrimas e logo atrás a causadora delas. Eu sempre digo que tudo acabou ali. Não falei nada, sentei do lado do pai dela e a mãe dela perguntou o que ela tinha achado, e mais uma vez ela repetiu o que já havia dito, só que na frente de todos, houve um silêncio de morte, ninguém acreditava naquelas palavras. Peguei a chave do carro e fiquei lá dentro até meus pais virem e irmos embora, não falei uma palavra sobre aquilo, minha mãe vendo minha tristeza respeitou e chorou comigo.

Dias depois nos procuramos e por incrível que possa parecer fizemos ficamos bem, não bem como se manda o figurino mas, tentei perdoa-la e esquecer até porque ela tinha o direito de dizer sim ou não para aquilo. Não toquei mais no assunto, só que às brigas sim sempre apareciam, mentiras das duas partes, perdidos começaram a aterrorizar nosso noivado.

Até que no dia 27/08/13 eu fui até a casa dela e terminei, chorei bastante, muito mesmo, como um filho sem mãe, naquele dia completávamos dois anos juntos e o domingo perdeu a graça, tudo perdeu a graça, não conseguia imaginar como seria viver sem ela. Até que no dia 09/09 eu fui tentar conversar com ela, tinha que buscar algumas coisas minhas que estavam na casa dela e dei esse migué, cheguei na casa dela tremendo, mas ela não havia chegado do trabalho. Minha ex-sogra me viu, me abraçou e disse que eu era da casa e podia subir, encontrei minha ex cunhada, dei um abraço e como sempre fazíamos fomos até a cozinha conversar, conversamos por 1h até que eu ouvi aquela voz que me fez arrepiar até o pelo do calcanhar, o coração bateu acelerado e minha ex cunhada disse que estava torcendo muito por mim e disse para eu parar de ser medroso, ela passou pelo corredor e me viu, fui até seu quarto, dei um abraço nela, que saudades do cheiro dela. Disse que queria falar com ela, ela sentou na cama e disse que não tinha nada para falar comigo (disse olhando para o chão) e começou a jogar aquela bosta de Candy Crash, disse a ela que aquilo era falta de respeito, ela levantou o rosto com uma fúria demoníaca e gritou dizendo que não ia voltar comigo e que eu ia ficar ali sozinho porque ela não ia conversar, ela levantou-se e saiu e se trancou no escuro em dos banheiros da casa dela, fiquei sentado na cama dela desacreditado de tudo que via, me senti um idiota por ido até lá. Os pais dela envergonhados pela atitude da filha me abraçaram e disseram que aquilo não deveria me derrubar, pois eu era um grande homem. Despedi-me e nunca mais vi Suelma

Leonardo Maria Francellino 

Amores espero que gostem!

 

Beijoos da Lariiis e um ótimo final de semana

 

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15 comentários sobre “FALA AI AMIGA: HISTORIA DE UM LEITOR.

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